Práticas recomendadas de análise visual

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Você criou uma visualização! Parabéns: você é parte de um pequeno, mas crescente, grupo que está aproveitando as vantagens da visualização. No entanto, transformar suas visualização de “boas” para “ótimas” requer tempo, paciência e atenção aos detalhes.

Felizmente, separamos uma lista curta, porém com técnicas essenciais para você começar. Confira!

Comece com as perguntas:

O que você está tentando transmitir? O passo mais importante para uma grande visualização é saber exatamente o que você está tentando transmitir. Com a quantidade de dados disponíveis hoje, qualquer um pode se perder em um mundo de dispersões e códigos de localização. É fundamental que sua visualização tenha uma finalidade e que você seja seletivo quanto ao que incluir nesta visualização para atender a um objetivo.
Como saber se sua visualização tem um propósito? Bem, faça algumas perguntas para descobrir. Quem é seu público? Quais dúvidas ele tem? Quais respostas você apresenta para ele? Que outras dúvidas inspira este público? Quais discussões ele gera? A chave de tudo isso é que seu público deve absorver algo do que aprendeu com sua visualização.

Escolha o tipo certo de gráfico

Após ter uma ideia do destino da sua visualização, você precisa decidir que tipos de análise ajudarão a atingir seu objetivo.

1. Um dos métodos utilizados com mais freqüência para a análise de dados é rastrear uma tendência ao longo do tempo.

2. Um outro método para analisar dados é a comparação e a classificação. Comparamos e classificamos países, regiões, segmentos de negócio, vendedores e jogadores com base em um critério ou um conjunto de critérios. Em muitos casos, isso nos mostra onde estamos e como está nosso desempenho. Um gráfico de barras é ótimo para comparação e classificação, pois codifica valores quantitativos como comprimento na mesma linha base, facilitando a comparação de valores.

3. A execução de uma simples análise de correlação é um bom ponto de partida para identificar relações entre medidas. Não se esqueça que correlação não garante uma relação. Ela apenas sugere uma relação em potencial. Para confirmar se a relação realmente existe, normalmente é exigida uma metodologia mais sofisticada.

4. A análise de distribuição é extremamente útil na análise de dados, pois mostra de que forma seus valores quantitativos estão distribuídos em todo o intervalo quantitativo.

5. Quando você quer mostrar um local, use um mapa! Apenas tenha em mente que os mapas ficam melhores quando apresentados em conjunto com outro gráfico que detalha aquilo que o mapa exibe — como um gráfico de barras classificado do maior para o menor, um gráfico de linhas mostrando tendências ou até mesmo uma guia cruzada para mostrar os dados reais.

Crie visualizações eficazes

Mesmo que tenha escolhido o melhor tipo de gráfico para sua análise, as visualizações nem sempre aparecem naturalmente. A criação de exibições eficazes requer esforço, intuição, atenção aos detalhes, além de muita tentativa e erro.

1. Uma regra é colocar os dados mais importantes no eixo X ou Y e os menos importantes em atributos de cor, tamanho e forma.

2.  Se você perceber que tem uma exibição com rótulos extensos, que só cabem verticalmente, experimente girá-los.

3. O gráfico de marcação associa um gráfico de barras às linhas de referência para criar uma grande comparação visual entre números reais e de destino.

4. Em vez de agrupar muitas medidas e dimensões em uma exibição condensada, detalhe esses itens em pequenas  exibições separadas.

5. Limite o número de cores e formas em uma exibição entre 7 e 10, para diferenciá- las e notar os padrões importantes.

Crie dashboards Fantásticos

Um dashboard do Tableau é um conjunto de várias visualizações relacionadas exibidas em uma única página — e normalmente vinculadas através de interatividade. Os dashboards aumentam a capacidade analítica da sua visualização exibindo várias perspectivas no mesmo local. Também podem ser usados para combinar vários tipos de dados em um único local.

A interatividade pode fazer a diferença entre uma virtualização extremamente confusa e uma análise impecável. No entanto, a interatividade desnecessária pode tornar uma análise impecável em algo inútil.  Não importa que tipo de interatividade você incorpora à sua visualização, certifique-se de que os observadores saibam que é possível interagir com ela — e entender onde olhar para ver as mudanças que a interação apresentará. Você também pode incluir instruções sutis para seu público.

Após estas dicas e truques sobre visualizações não perca tempo: use, crie e explore todo o seu potencial, construa suas visualizações e impressione!

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